Oito capítulos que percorrem o aquecimento das noites, a chuva mais instável, as emissões, a floresta que encolheu e o que a cidade pode fazer, com gráficos navegáveis e fontes rastreáveis.
Ler a reportagem →Este painel coloca os 46 municípios lado a lado em um indicador de cada vez. Ele serve para situar cada cidade na região (quem esquenta mais, quem mais emite, quem mais sofre com desastres) e para achar rapidamente a sua no meio do grupo.
Cada aba puxa de uma fonte oficial diferente: o aquecimento vem do CHIRTS-ERA5, base de satélite da UC Santa Barbara; as emissões, do SEEG (Observatório do Clima); os desastres, do S2ID da Defesa Civil; a floresta (desmatamento e mata restante) e a cidade (verde urbano, áreas de risco), do MapBiomas (cobertura e módulo Urbano); e o risco projetado, do AdaptaBrasil/MCTI. Como as escalas e unidades são distintas, os indicadores aparecem sempre separados, nunca somados num único “número do clima”.
Ver o vizinho ajuda a cobrar. Se uma cidade emite muito mais por habitante, ou concentra desastres, ou tem risco de saúde elevado, é sinal de onde a política pública precisa agir primeiro. Clique em qualquer município para abrir o perfil completo no explorador.
O Portal Gerais registra há anos, no dia a dia da região, cada face do clima que mudou, das enxurradas que invadem casas à estiagem com umidade de deserto, das ondas de calor às queimadas. Abaixo, uma amostra dessa cobertura, agora com os dados desta editoria por trás.